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Política de Segurança da Informação (PSI): como desenvolvê-la de forma eficiente?

Proteger os dados da sua empresa é cada vez mais estratégico para os negócios. Além disso, é fundamental garantir que eles estarão sempre disponíveis, íntegros e acessíveis apenas para os colaboradores que necessitam acessá-los.

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Nesse sentido, uma medida prática e extremamente importante para a proteção de dados é a Política de Segurança da Informação. Neste texto, você vai descobrir como desenvolvê-la de forma eficiente.

O que é a Política de Segurança da Informação (PSI)?

A PSI é um documento importante, previsto nas diretrizes da norma ISO 27001, para auxiliar a implantação de um Sistema de Gestão de Segurança.

Segundo a ISO, a PSI possui as normas e as diretrizes que devem ser adotadas para gestão da informação nas empresas, tudo para proteger dados, principalmente aqueles considerados sensíveis e confidenciais. O objetivo é minimizar possíveis ameaças e riscos para a organização e outros agentes envolvidos, como clientes, fornecedores, entre outros.

Como implementar a Política de Segurança da Informação?

Uma dúvida comum é como elaborar a PSI de forma adequada nas organizações, atentando-se para as questões da legislação vigente. Para lhe ajudar, separamos algumas informações importantes que devem estar contidas em seu PSI. Confira a seguir.

Escolha um responsável

Em primeiro lugar, é fundamental criar uma equipe e identificar quais colaboradores internos podem contribuir para a elaboração da Política de Segurança da Informação. É preciso escolher uma liderança eficiente para conduzir os processos e, ainda, ter disponível outras pessoas capazes de oferecer suporte quando necessário. 

foto de pexels.com

A equipe deverá contar com profissionais especializados em segurança da informação e, também, com outros colaboradores. Uma equipe multidisciplinar possui mais conhecimento sobre como determinadas atividades são realizadas internamente e o que pode configurar eventuais vulnerabilidades.

Faça uma análise prévia

Outro ponto é identificar o cenário atual. A ação será importante para entender quais são as medidas de segurança da informação adotadas no momento, quais são os pontos frágeis que podem representar riscos para o negócio e, dessa forma, pensar em medidas de mitigação.

Aqui cabe um levantamento do perfil do negócio para analisar de quais formas ele trabalha os dados. Por exemplo, se há predominância de informações sensíveis que exigem atenção por atraírem cibercriminosos, isso demandará atenção diferente comparado a um negócio que não possui essa exigência.

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    Defina níveis de acesso

    Outro ponto fundamental para uma boa Política de Segurança da Informação é definir os níveis de acesso para os usuários.

    Em primeiro lugar é importante categorizar as informações e, assim, definir quais delas devem ter mais restrição e para quem elas devem ser aplicadas.

    Com isso, é possível garantir rigor no uso de dados e minimizar, inclusive, os riscos de vulnerabilidades e ações de cibercriminosos.

    Elabore normas

    As falhas humanas são as principais responsáveis por colocar a segurança da informação em xeque. Isso vale tanto para ações na execução de atividades no dia a dia quanto para condutas a partir de uma sinistralidade. Por exemplo, uma ação equivocada na identificação de uma invasão coloca toda a empresa em risco. 

    Por isso, defina quais são as regras que os profissionais devem seguir no dia a dia e, principalmente, quais são as sanções que eles podem sofrer caso, deliberadamente, cometam erros.

    Encontre mecanismos de defesa contra ciberataques

    Sabemos que os ciberataques não são os únicos pontos que exigem atenção no que diz respeito à segurança da informação. Contudo, com o aumento desse tipo de ação, não dá para negar que as medidas de defesa estão no cerne da Política de Segurança da Informação.

    Foto do site pexels.com

    É necessário, portanto, listar quais são os principais mecanismos adotados, métodos de barreira, soluções e, principalmente, a estrutura das equipes responsáveis por essas questões.

    Além disso, preveja mecanismos de atualização das ferramentas de defesa, tais como atualizações de protocolos, análises de mudanças de modelos, contratações periódicas de consultores, entre outros.

    Atente-se para os princípios de segurança

    A segurança da informação é ancorada em três princípios fundamentais que devem nortear todas as ações contra ciberataques ou tudo capaz de colocar em risco as informações da empresa, como perdas de equipamentos, queimas de servidores e HDs, usos indevidos por parte de colaboradores…

    Todas as medidas precisam estar alinhadas a esses princípios:

    • confidencialidade: garantia que apenas as pessoas envolvidas tenham acesso aos dados;
    • disponibilidade: garantia que os dados estejam sempre disponíveis quando os usuários precisarem;
    • integridade: garantia que as informações estejam da mesma forma tal como foram gravadas, fazendo com que representem fidedignamente o intuito inicial.

    Descreva planos de contingência

    Como falamos, nem todos os riscos podem ser evitados. Muitas vezes, problemas vão acontecer. Para isso, é importante ter planos de contingência. Por exemplo, não é possível evitar completamente que um dispositivo tenha problemas e pare de funcionar. A partir disso, o que fazer? Isso deve estar escrito no plano de contingência.

    Qual a importância do auxílio na adoção da PSI?

    Como você percebeu, a Política de Segurança da Informação tem dois papéis importantes: (1) acompanhar as medidas de proteção de dados e garantir padronização dos processos internos, e (2) permitir a adoção de padrões de segurança que possam proporcionar a certificação para a ISO 27001.

    A certificação é importante, inclusive, para participar de processos de licitação e, também, garantir mais destaque no mercado. No segmento B2B, muitas empresas só fazem negócios com aquelas que garantem medidas de proteção para os envolvidos.

    Mas, afinal, como conseguir uma adoção eficiente da PSI? Para isso, é fundamental o auxílio de especialistas, principalmente aqueles que visam obter a certificação ISO. Esses profissionais auxiliam a identificar quais são as demandas recentes, quais são as alterações que precisam ser realizadas, inclusive na cultura interna dos negócios, para que seja possível implementar as medidas necessárias.

    Além disso, muitas vezes não enxergamos erros internos porque não os consideramos como pontos de vulnerabilidade. Um profissional externo pode identificá-las mais facilmente. Com isso, é possível blindar a sua empresa contra falhas na avaliação da certificação e gerar diversos benefícios para sua organização.

    A Política de Segurança da Informação é fundamental para a proteção da sua empresa. Ela auxilia na definição sistemática de questões importantes para a proteção do negócio. Não deixe de adotá-la e colha os resultados.

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